Universalismo

Universalismo

U N I V E R S A L I S MO CONSCIENCIAL, a Nova Era em Ação

TODOS SOMOS UM
Universalmente,
todos nós, somos UM, cada qual dependente e ligado ao outro por um laço que nos
torna verdadeiros irmãos, simplesmente porque aquilo que tenho e aquilo que
posso produzir ou fazer não é somente para mim, mas para benefícios dos outros,
do próximo.
Por
conseguinte, a sua existência depende de meus esforços e a minha dos seus e
ambos dependemos daquilo que todos os outros fazem.
Assim, compreendemos que sem a existência de outros
torna-se difícil a sobrevivência porque a nossa decantada “ individualidade” ou
“independência” não é real.
Cada um de nós é verdadeiramente o “guardião de seu
irmão”. Imagine quantas mentes, habilidades, profissões e empreendimentos são
necessários para nos suprir das utilidades materiais e facilidades da vida.
Olhe ao seu redor. A
cadeira que senta, o jornal que lê, a luz que está ao seu dispor, a madeira e
os outros materiais que constituem a casa que habita – tudo isso nos é
necessário e nos foi proporcionado pela contribuição dos outros e, a menos que
cada um de nós esteja contribuindo para aquilo que necessitam os OUTROS, nossas
vidas são inúteis e não estamos cumprindo o nosso dever.
Compreendendo a vida
dessa forma eliminamos nosso EU MATERIAL e pensamos somente na parte de nós
mesmo, A QUE PERTENCE A OUTROS.
Vejamos, pois, se
tenho excepcional habilidade para esculpir na madeira, essa habilidade pertence
a outros que dela necessitam. Se tenho talento incomum para projetar
maquinaria, esse talento pertence a outros e não se destina apenas a mim.
Aquilo que constitui
a melhor parte do Homem e aquilo que me faz “alguém” em minha própria
apreciação, é justamente o que não me pertence de modo algum, mas, sim a todos
os outros.
Destarte, chegaremos
a nos considerar, não como personalidades individuais, mas como partes
componentes da massa total da civilização humana; cada membro da mesma depende
dos outros naquilo que é necessário à sobrevivência.
Por isso é
importante esquecer o “EGO” materialista, deixando de pensar tão somente em si
mesmo, apenas como também pertencendo a todos. Então, passará a compreender os
problemas, as necessidades e os desejos de si e dos outros.

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................................ R E F L E X Ã O.....
...............................O P E N S A M E N T O.............
O Homem ou a mulher é o que pensa!
Se
você insiste em pensar no mal, na dor, na doença, você os atrairá para si.
Pense
na saúde, na alegria, na prosperidade e sua vida tomará novo rumo, mesmo diante
do que está passando.
Afirme
sempre que é feliz, que as dores tendem a diminuir e a sua saúde se consolida
cada vez mais, e a felicidade por fim bate a sua porta.
◄▲►
OBS : NAVEGUE PELOS PORTAIS AO LADO E OBSERVE A
SUBLIMIDADE DE CONHECIMENTO QUE CADA FILOSOFIA OU RELIGIÃO OFERECE AO BUSCADOR
DA VERDADE.




terça-feira, 28 de junho de 2011

PREVISÃO MAIA

PRESIDENTE DA ISLÂNDIA ALERTA AS AUTORIDADES PARA O VULCÃO KATLA

Presidente da Islândia alerta as autoridades para o vulcão Katla, que tem um potencial devastador "muito maior" do que Eyjafjallajökull. 
Pode causar caos a nível planetário assim que entrar em erupção.

Presidente Olafur Grímsson da Islandia teme consequências catastróficas. "Katla é muito maior (3 vezes mais que  Eyjafjallajökull)  e geralmente estoura uma vez em um século”. "Em nosso país, já estabelecemos planos de emergência, portanto, penso que é tempo dos governos europeus e as autoridades da aviação fazerem os seus planos contra um desastre”.

A última erupção de Katla ocorreu em 1918. Katla situa-se a leste do vulcão Eyjafjallajökull, cuja erupção provocou uma nuvem de cinzas que desestabilizou o tráfego aéreo por vários dias. Acrescentando que antes da erupção do Eyjafjallajökull geralmente ocorre movimentos subseqüentes no vulcão Katla, Grímsson disse:

Uma erupção do Katla seria 10 vezes mais forte e lançaria nuvens de cinzas maiores e mais altas. Os dois vulcões, distantes apenas 20 quilômetros um do outro, estariam interligados por uma rede de magma.

O vulcão Katla é subglacial e tem uma reputação como um dos vulcões mais perigosos da Islândia, senão do planeta. Seu pico atinge 1.493 m de altura e extensão da geleira Mýrdalsjökull.

A probabilidade do vulcão Katla entrar em atividade é de 75% no prazo de 6 meses a 1 ano.  Essa erupção levaria ao degelo quase instantâneo do glaciar por cima do Katla que provocaria a formação de uma onda gigante de 30 metros de altura.

Katla tem dado sinais de descontentamento desde 1999 e os geólogos temem que ele esteja pronto para despertar. Nos últimos 1000 anos, as três erupções conhecidas como a do Eyjafjallajökull provocaram erupções subsequentes no Katla.

Antigamente, as pessoas acreditavam que o inferno era localizado sob os vulcões. A erupção mais recente da cratera Víti, (Viti quer dizer inferno) perto de Krafla, ocorreu em 1976. Quando Viti entrou em erupção muitas fissuras se abriram e muitos rios de lava podiam ser vistos até no sul da Islândia.


Não existe “fim do mundo”, mas fim de uma era!

Vamos recapitular o que aprendemos até agora... eu gosto de recapitular...

Os antigos que dominavam os pensamentos de suas épocas como os egípcios, maias, hopis e nativos americanos e de outras culturas, sabiam da ocorrência regular de cataclismos gerando grandes mudanças no nosso universo.

E um deles é associado a um fenômeno relacionado à precessão do equinócio, um ciclo natural de 25.920 anos de tempo que causa oscilação lenta do planeta Terra. O que é perfeitamente explicado por nossos cientistas contemporâneos.

A “profecia” que mais chama atenção hoje em dia refere se a antiga cultura Maia e é a que tanto nós ouvimos falar.  Nossos arqueólogos ainda estão desvendando os mistérios dessa civilização de mais 2 mil anos a.C que teve grande parte de seu conhecimento destruído durante a conquista e colonização pelos espanhóis.

Vamos falar sobre essa profecia que está em voga na mídia e que trata precisamente do período correspondente há os últimos 20 anos entre 1992 e 2012 (último Katun) do nosso calendário gregoriano.

O calendário Maia é muito preciso e baseado no movimento dos corpos celestes, como é observado pelos estudiosos da Astronomia. E é bem diferente do nosso calendário. Tem por base períodos de 100 anos, endossados no comportamento do planeta Vênus que atinge o ponto mais próximo do Sol por duas vezes, separadas por um espaço de 11 anos.

Em 2012 Vênus vai atingir um desses pontos e o próximo trânsito será em torno de junho de 2012.

As notícias que nos chegam no mundo da Web, filmes e alguns livros recém lançados, é que estamos vivendo o “fim dos dias”. Mas será que são apenas boatos aparentemente infundáveis de povos ignorantes? Uma ficção?

Um fato é certo: os cientistas estão desconsertados com o comportamento do nosso Sol. 

No dia 20 de janeiro de 2005, uma surpreendente tempestade solar alcançou a Terra com sua máxima radiação 15 minutos após as explosões. Os cientistas do mundo todo ficaram chocados porque normalmente um fenômeno desses levaria 2 horas para impactar a Terra. 

Segundo Richard Mewaldt, do Institute of Technology da Califórnia, foi a mais violenta e mais misteriosa dos últimos 50 anos que se tem notícias. 

Os astrônomos ficaram perplexos. O professor Lin – principal pesquisador do satélite Reuven Ramaty High Energy Solar Spectroscopic Imager (RHESSI) – expressou sua conclusão com uma frase muito simples: "Isso significa que realmente não sabemos como o Sol funciona".

Será que os Maias sabiam de algo que nossa ciência atual ignora ou ela não nos conta a verdade? Será realmente que nossos cientistas não sabem como o Sol funciona?

Para entender um pouco de “profecia” seja ela dos Maias ou de outros povos, é necessário observar como eles entendiam o tempo e o espaço e os ciclos naturais do universo.

O conhecimento destes ciclos seria fundamental para que os astrônomos dos povos antigos soubessem exatamente onde eles estavam (parte do movimento), dentro de um determinado ciclo, pois a sua sobrevivência dependia disso!

Mas nós os “espertos” da era tecnológica só nos preocupamos com ciclos do sol para agendarmos um churrasco em dia que faça um belo dia! Santa ignorância...

Os Maias sabiam que o tempo se comporta de maneira cíclica e não linear (nós vivemos linearmente), o que já denota uma ignorância total por parte da mídia em relação aos textos Maias alardeando “Fim dos tempos” como “Fim do mundo”.

Os textos dão explicação de começo de um ciclo e fim de um ciclo – nunca um fim de um mundo, o que é bem diferente.

Os Maias há 2 mil anos atrás, sabiam que a Terra girava ao redor do sol (coisa que só ficamos sabendo em 1543 através de Copérnico) e que também todo o sistema solar se movia em um movimento periódico em torno da galáxia e que esse movimento do nosso sistema solar em torno da galáxia tratava-se de uma elipse, e que seu ciclo completo teria duração de 25.625 anos divididos em 5 estações de 5. 125 anos nossos.

Pelo fato do movimento ser em elipse, isso faz com que o nosso sistema solar de tempos em tempos se aproxime ou se afaste do centro da galáxia, que possui uma grande fonte de luz e energia. Nosso sol está localizado cerca de 27 mil anos-luz desse centro da Galáxia.

E a cada passagem de estado – de 5.125 anos em 5.125 anos - o Sol recebe uma intensa energia oriunda do centro galáctico. Uma espécie de Sol central da Galáxia.

O movimento de rotação da Terra ao redor do sol é divido em 4 estações (aprendemos isso no primário) – que são: primavera, verão, outono, inverno.

Se imaginarmos que cada estação do ano tem influência na vida terrestre e que recebemos uma intensidade correspondente de energia do sol a cada estação, não é difícil imaginar que essa energia galáctica também afeta de maneira grandiosa a nossa vidinha por aqui, e os Maias sabiam disso!

Um movimento de rotação do sistema solar em relação ao centro da galáxia compreende os seguintes estados:
1.    Manhã da Galáxia, - 5.125 anos
2.    Meio dia da Galáxia, - 5.125 anos
3.    Tarde da Galáxia, - 5.125 anos
4.    Entardecer da Galáxia/Noite da galáxia e – 5.125 anos
5.    Profunda noite da Galáxia. – 5.125 anos

Onde entra a profecia nisso?
Eles dataram gentilmente (os Maias foram muitos gentis em se incomodar com isso, não? Não precisava...) para nós o início do ciclo Galáctico em 10 de agosto de 3113 a.C. para fecharmos a conta e entendermos onde estamos nesse ciclo HOJE!

Já sabemos que um Ciclo Galáctico é de 25.625 anos e está dividido em 5 ciclos de 5.125 anos, mas vamos entender como ele influencia em nossas vidas.

O 1o. Ciclo de 5.125 anos - é o ciclo da MANHÃ/DIA GALACTICO, quando o sistema solar acaba de sair da escuridão para entrar na luz. É um período de gestação, de conformação. Sair da luz significa nos afastar da influencia direta de exposição do centro da galáxia, do sol central. O movimento é elíptico, lembra?

O 2o. Ciclo de 5.125 anos - é o ciclo do MEDIO DIA DA GALÁXIA; quando o percurso chega nessa metade, estamos perto do centro da galáxia onde o Sol central é muito forte, a luz é muito intensa, determinando a sua maior expressão refletida no nosso sistema solar. É uma etapa de desenvolvimento que culmina com sua maior expressão.

O 3o. Ciclo de 5.125 anos - é o ciclo da TARDE DA GALÁXIA; começamos a nos distanciar da luz novamente.

O 4o. Ciclo de 5.125 anos - é o ciclo do ENTARDECER / NOITE DA GALÁXIA; o entardecer se converte em noite, onde se realiza uma tomada de consciência de todo o fato.

O 5o. Ciclo de 5.125 anos - é o ciclo da PROFUNDA NOITE DA GALÁXIA, que volta a dar inicio a outros 5 ciclos de 5.125 anos, e assim eternamente...

Se você não conhece a essência da profecia Maia e só “ouviu falar”, aqui vai um pouco do que pesquisei. Está reduzido, muito simplificado, para objetivar apenas o entendimento da tão falada data de 2012.

Os Maias nos contam que a sua civilização era a 5º iluminada pelo Sol, o quinto grande ciclo solar e se você prestou atenção ao que descrevi acima, o ciclo de escuridão vai terminar dando início novamente ao Dia Galáctico, ou seja, vamos entrar na luz novamente!

Descrevem também que outras 4 civilizações anteriores foram destruídas por grandes desastres naturais na passagem de cada ciclo. Eles entendiam que cada civilização sobre a face desse planeta é só um degrau na ascensão da consciência coletiva da humanidade.

Os Maias “previram” que a única maneira de tentar salvar a próxima civilização ignorante desses fatos e amenizar seus problemas futuros, seria deixando informações, pistas e tudo mais que pudessem avisá-los a se prevenir para o que está por vir!

Segundo relato dos textos Maia, no último cataclismo, a civilização foi destruída por uma grande inundação (Arca de Noé te remete a alguma coisa?) que deixou uns poucos sobreviventes dos quais eles (os Maias) foram seus descendentes.
2.160 anos é o tempo que o nosso Sol leva para nascer, transitar, se direcionar a uma constelação diferente. E a cada 2.160 anos nasce uma nova ERA PRECESSIONAL

Como exemplo as Eras (aproximadas) de conhecimento do homem deixadas pelos Maias são.

Era de Leão 11.015 até 8.855 aC
Era de Câncer 8.855 até 6.695 aC.
Era de Gêmeos 6.695 até 4.535 aC.
Era de Touro 4.535 até 2.375 a.C
Era de Áries 2.375 até 500 dC.
Era de Peixes 500 a 2.600 dC.

Há uma discordância entre especialistas no assunto quanto à entrada da Era de Aquários. Em 1929, a União Astronômica Internacional definiu as bordas das 88 constelações oficiais. A linha divisória estabelecida entre Peixes e Aquário localiza o início da Era de Aquário aproximadamente por volta do ano 2600 d.C., portanto, segundo peritos no assunto, ainda estamos na Era de Peixes e por isso a religião católica esperar a vinda de Jesus que é ligado ao símbolo de peixes.
Concluindo, 25.920 anos é um período em que a Terra leva para passar pela influência das 12 constelações do zodíaco  para regressar proximamente a seu ponto de partida – o ponto zero.  

As constelações zodiacais são formações estelares conhecidas com os mesmos nomes dos signos, (não confunda constelações com mapa astrológico, por favor!) embora corram completamente fora do alinhamento formado pelos 12 signos do Zodíaco.

O termo Zodíaco vem do grego “zoo” que quer dizer animal e “diakós” significa círculo, portanto teremos -  círculo dos animais.

Perceba que em sua maioria as constelações possuem nomes de animais, As seis constelações com nome de animais são ÁRIES, TOURO, CÂNCER, LEÃO, ESCORPIÃO E PEIXES... As demais constelações, GÊMEOS e VIRGEM, são humanas.  LIBRA – a Balança é o único realmente inanimado.

Segundo os Maias a causa física desse colapso total do planeta Terra a cada ciclo de 5.125 anos deve se ao comportamento estranho do nosso astro rei – o Sol.

Ele receberia um raio oriundo do centro da galáxia e emitiria uma imensa "chama radioativa" que transmitiria a radiação a Terra e conseqüentemente a todo o sistema solar. 

Isso indica que a cada ciclo de 5.125 anos finaliza o prazo de um pensamento, de uma consciência, de um comportamento da humanidade em relação a sua evolução.

E esse “fim de prazo” é determinado por uma mudança radical na estrutura física dos planetas do sistema solar.

Seguindo os textos Maia, que nos dão relatos das primeiras civilizações dos homens, a Era de Gêmeos foi uma época relatada como tendo sofrido mudanças na superfície do planeta em tempos remotos por Jaguares (Primeiro Sol). 

A civilização seguinte sofreu mudanças pelo Vento (Segundo Sol). Uma terceira por erupções vulcânicas ou Fogo (Terceiro Sol). A quarta passou por um dilúvio (Quarto Sol).

Fazendo uma comparação de nosso calendário gregoriano com o calendário Maia, o dia 11 de agosto de 3.113 a.C. foi apontado como o nascimento do "Quinto Sol" por nossos especialistas, o que resultaria respectivamente a Era atual de Peixes e que terminaria comparativamente no sábado 23 de dezembro de 2012 – justamente 5.125 anos depois de se iniciar a era do "Quinto Sol". 

OBS: Não adianta fazer as contas porque não vai fechar com o nosso calendário, pois nossos dias são determinados pelo nascimento de um personagem chamado Jesus e o calendário deles pelos movimentos dos astros no universo, mas acredite, o calendário deles foi traduzido para a data acima - 23/12/2012.

Para as mudanças no QUINTO SOL é esperado terremotos, movimentos e uma mexida bem grande que vai sacudir o planeta todo... Analogamente falando? Seria a atitude de um cão após ter tomado um banho (deu pra entender?)

Entendendo agora como funciona o ciclo de tempo dos Maias é possível entender o que há de “profético” nisso tudo.

A 1º profecia (das 7 profecias Maia) nos fala do último Katun do “tempo do não tempo” e das mudanças que vão ocorrer nesse curto ciclo. O tempo do não tempo compreende um pequeno ciclo dentro do ciclo maior de 5.125 anos, denominado Katun (um Katun equivale há 20 anos nossos).

O último Katun já chegou a quase dois terços da sua duração total. Ele nos permite verificar até que ponto da atualidade foi cumprido suas profecias e conseqüentemente, decidir se seus acertos merecem credibilidade.

O último Katun (20 anos) denominado por eles "o tempo do não tempo" teve início (comparativamente com o nosso calendário) no ano de 1992 e vai até 2012, e foi previsto pelos Maias logo após a um eclipse do Sol que eles profetizaram para o dia 11 de julho de 1991 e que aconteceu realmente. 

Eles vão além, nos dizendo que após sete anos do início do último Katun (1992 + 7= 1999) começaria uma era de escuridão e os desastres na terra (terremotos, furações e erupções vulcânicas) aumentariam consideravelmente. Forças da natureza promoveriam uma série de mudanças aceleradas e tão grandiosas que o ser humano se veria impotente de contê-las.

Profetizaram também que durante estes anos, manchas de vento solar (EMC) cada vez mais intensas apareceriam no Sol e que a humanidade entraria em um período de grande aprendizagem, de grandes mudanças, e chama atenção de que nossa própria conduta de depredação do planeta contribuiria para que gerássemos estas mudanças.

Eles falam que esta época será o tempo em que a humanidade entrará no grande Salão dos Espelhos e o homem enfrentará a si mesmo, analisando o seu comportamento com os demais, com a natureza e com o planeta.

É um período em que a humanidade terá que decidir mudar e eliminar o medo e a falta de respeito em todas as relações....



segunda-feira, 27 de junho de 2011

domingo, 26 de junho de 2011

OTIMISMO


DADI JANKI, a Ioguina.

DADI  JANKI, UM EXEMPLO DE MENTE ESTÁVEL


Uma ioguina indiana, Dadi Janki, de 86 anos, foi considerada pelo Instituto de Pesquisa Médica e Científica da Universidade do Texas, como a "mente mais estável do mundo", porque mesmo testada em situações tensas e perigosas, seu eletroencefalograma marcou a presença constante de ondas delta, as ondas mais positivas e lentas produzidas pela atividade cerebral. Ela recebeu da ONU o título, muito raro de ser concedido, de Guardiã do Planeta, por seu trabalho em prol de mentes mais livres e pacíficas.

Quando lhe perguntaram, em sua visita a São Paulo, a receita de uma mente tão tranquila e sem pesos, ela respondeu:

"Muito amor no coração por todos e nenhum apego por ninguém, tentar não prejudicar pessoa alguma minimamente e eliminar da mente qualquer pensamento negativo, fazendo um exercício diário e ter a certeza de que não estamos aqui à-toa, mas para cumprir o destino da evolução.
Que somos caminhantes, sem dependências ou estabilidades.
Quem não percebe isso se torna escravo do desnecessário e polui a mente".

Em 1978, Dadi Janki foi submetida a um teste na Universidade do Texas, nos Estados Unidos, quando então se tornou conhecida como "a mente mais estável do mundo" (suas ondas cerebrais não se alteram mesmo em situações extremas). "A maravilha é que, mesmo não entendendo inglês, consegui dar as respostas certas", diz. Hoje, aos 86 anos, 60 deles dedicados ao estudo espiritual e à prática da meditação, Dadi é só tranquilidade e paz. Co-diretora mundial da Brahma Kumaris universidade espiritual com sede na Índia e mais de 5 mil centros pelo mundo , integrante do grupo Guardiões da Sabedoria e criadora da Fundação Janki de Pesquisas para Saúde Global, em Londres, ela nos recebeu vestindo branco por dentro e por fora, sem solenidades, sem as vaidades comuns à maioria das mulheres. Seu discurso encanta pela pureza e ensina que as mudanças possíveis ao mundo começam no coração de cada pessoa.

*Por que tanta gente está buscando uma vida simples?

Vivemos com muitas demandas de consumo. Eu quero isto, eu quero aquilo, aquilo outro e assim por diante. E todo mundo tem muitas demandas e expectativas. Se vivemos ao sabor das demandas externas, tudo o que conseguimos ver em termos de reconhecimento da personalidade humana é o que aparece na superfície, o que é artificial. E vida simples significa vida real. Algumas pessoas pensam que a necessidade da vida é possuir coisas, quando, na verdade, o que realmente importa é possuir valores espirituais. Portanto, quando reafirmamos nossa vida em propósitos de paz, felicidade e amor, caminhamos para a felicidade verdadeira. A conquista de uma vida simples permite que a espiritualidade se desenvolva facilmente. E espiritualidade significa eu usar o meu tempo, o meu dinheiro e a minha energia no caminho do bem.

*E de que maneira podemos seguir esse caminho na prática, levando em conta as dificuldades do dia-a-dia?

Existem três aspectos importantes para o entendimento do que proponho aqui, do que estamos levando adiante com o conhecimento.

O primeiro passo é empreender a busca, porque quando faço isso reconheço os territórios internos, em termos de qualidade dos pensamentos, e entendo o que pode ser feito para mudar.

Segundo, tenho de conhecer a Deus, ser capaz de ter um relacionamento com o divino, de maneira a estar pronto para receber de Deus o tesouro da paz.
Terceiro, eu também preciso entender os movimentos de calma e de ação, assim como o curso e os efeitos de minhas ações.

Se eu puder entender essas três coisas, então certamente terei paz verdadeira.

*A senhora vive com pouco?

Posso viver muito bem com três conjuntos de roupas: uma para tudo, outra para alternar na lavagem, uma terceira guardada. Às vezes, quando visito alguém, as pessoas me chamam para mostrar o número de roupas que elas têm, a quantidade de sapatos, as jóias. Eu sinto compaixão por elas, porque seu intelecto certamente está disperso. Todos esses apelos externos nos distraem do real propósito da vida.


*Essa desconexão com o real complica também nossos relacionamentos?

Sim, as demandas externas distanciam as pessoas do que entendemos como qualidade em um relacionamento. É o que deteriora a família, as amizades, e consagra o egoísmo no lugar da verdade. Quando, enfim, complicamos muito a vida, fica difícil tomarmos conta de nós mesmos e mais ainda, não há como cuidar devidamente de nossos relacionamentos.

Bem, eu posso mostrar, com a minha vida, de que maneira é possível alcançar a felicidade e, assim, os outros têm uma referência de como conseguir isso também. Com uma vida simples, posso dar atenção aos outros, cooperar com os outros, porque quando meu coração é honesto, ele se torna grande, generoso.

*É possível manter-se centrado mesmo com o turbilhão de informações produzido por jornais, revistas e televisão?

Eu prefiro viver longe desse fluxo. Porque, se sabe, isso acaba virando um vício. As pessoas acreditam que, lendo jornais ou assistindo TV, estejam apenas buscando informações sobre o que acontece no mundo. Mas, na verdade, tudo isso produz uma grande quantidade de distrações. O cinema, da mesma forma, difunde muitos e muitos maus hábitos. Assim, fica muito difícil, por exemplo, manter uma vida mais contemplativa, pautada na prática da meditação. A natureza humana é muito suscetível.

Somos frequentemente afetados pelo mal. E quase sempre a influência do mal ocorre de maneira muito rápida. Se eu, de fato, quiser me tornar um ser humano em sua plenitude, se esse é meu propósito, devo procurar caminhos diferentes, que não me façam perder tempo e energia.

*Idéias assim são sempre muito inspiradoras. Mas parece um tanto difícil conseguir isso.

A verdade é que há muitos males no mundo de hoje e creio que é mesmo hora de pararmos com isso. Eu tenho o alegre objetivo de, primeiro, fazer da minha vida uma boa vida e manter a mim mesma livre de todas as influências de negatividade do mundo. E há muitas pessoas criando uma vida boa como esta. Gente do mundo todo está reconhecendo que é por meio da espiritualidade que se pode alcançar uma vida plena.

*Vivemos tempos um tanto incertos. Podemos acreditar num bom destino para a humanidade?

Sim, eu acredito que o futuro será bom. Há pessoas buscando uma vida sensata, uma vida simples, e elas servirão de inspiração para os outros, em favor do mundo. E tudo o que é exigido é uma transformação interna, de maneira que possamos ter bons sentimentos, sem nos colocarmos negativamente contra quem quer que seja. Basta que não tenhamos maus sentimentos, que exercitemos a aceitação dos outros, disseminando paz e felicidade

*É preciso tornar-se um iogue para incorporar essa atitude?

Não necessariamente. Todos aqueles que, através da observação contínua de si mesmos, e através da meditação, experienciam um relacionamento autêntico com Deus, podem se tornar as estrelas brilhantes que iluminam o mundo. Eu acredito que se todos seguirmos juntos assim, poderemos criar o céu aqui na Terra. Mas, primeiro, teremos de criar o céu em nossas mentes. Porque tudo o que acontece neste mundo começa antes no coração dos homens.

"SER VOCÊ MESMO EM UM MUNDO QUE ESTÁ CONSTANTEMENTE TENTANDO FAZER DE VOCÊ OUTRA COISA É A MAIOR REALIZAÇÃO."

sábado, 25 de junho de 2011

O QUE É UNIVERSALISMO

UNIVERSALISMO
 Pablo de Salamanca

Universalismo é a compreensão de que todas as religiões e filosofias contêm uma parcela da Verdade Cósmica.

Ser universalista não é algo fácil, exigindo um exercício constante de tolerância e discernimento.

Talvez uma boa forma de se iniciar uma caminhada espiritualista universalista, seja observar atentamente os pontos em comum entre as diferentes visões da vida, deixando de lado as controvérsias. A partir disso, será possível começar a vislumbrar a presença da Inteligência Universal por trás do pensamento religioso/filosófico de  todas as culturas, sejam elas de caráter monoteísta ou politeísta, dualista ou monista, materialista ou espiritualista, empírico ou científico etc.

Com certeza, há fundamentos em comum para as diversas formas de enxergar o mundo, mas também, e talvez sobretudo, há complementariedades. Não necessariamente duas visões diferentes sobre um mesmo assunto são contrárias! Mas, como essas visões provêm de ângulos diferentes, na realidade, se complementam. Para exemplificar esta questão, é interessante recordar uma velha história hindu, que passo a relatar em seguida.

Numa cidade da Índia viviam sete cegos, que tinham alguma sabedoria. Como os seus conselhos eram quase sempre muito úteis, todas as pessoas que tinham problemas recorriam à ajuda deles. Eram amigos, mas havia uma certa rivalidade entre eles, o que, de vez em quando, causava uma discussão sobre qual seria o mais sábio.  

Em certa oportunidade, depois de muito conversarem acerca da Grande Verdade da Vida, não chegaram a um acordo. O sétimo cego ficou muito contrariado, resolvendo morar sozinho numa caverna de montanha. Antes de ir embora, falou aos demais: “- somos cegos para que possamos ouvir e entender melhor, o que as outras pessoas não alcançam. Em vez de aconselhar aos necessitados, vocês ficam aí discutindo, como se quisessem vencer uma competição. Não concordo com isso! Vou me embora!”  

Sete meses depois, chegou à cidade um homem montado num enorme elefante.

Os cegos, que nunca haviam tocado num paquiderme, foram para a rua ao encontro dele. O primeiro apalpou a barriga do animal, declarando: “- trata-se de um ser gigantesco e fortíssimo!

Posso tocar nos seus músculos e não se movem, parecendo paredes!” Mas o segundo cego, tocando nas presas do elefante, afirmou: “- que bobagem! Este animal é pontudo como uma lança, uma verdadeira arma de guerra!” Então, alguém falou: “- ambos se enganam!” Era o terceiro cego, que apertava a tromba do elefante. E acrescentou: “- este animal é idêntico a uma serpente! Contudo não morde, porque é desdentado. É como uma cobra mansa e macia.” Em seguida, bradou o quinto cego, logo após mexer nas orelhas do elefante: “- vocês estão loucos!
Este animal não se parece com nenhum outro, pois os seus movimentos são ondulatórios, como se o seu corpo fosse uma cortina.” Na seqüência o sexto cego, tocando a pequena cauda do elefante, concluiu: “- todos vocês estão completamente errados! Este animal é como uma rocha com uma corda presa no corpo. O que há com vocês?” E assim ficaram, por longos minutos, debatendo aos gritos.

            Então o sétimo cego, que descera a montanha procurando víveres, apareceu conduzido por uma criança. Ouvindo a discussão, solicitou que o menino desenhasse, na terra macia, a figura do elefante. Após tocar cuidadosamente os contornos do desenho, percebeu que todos os seis cegos estavam certos parcialmente, mas, ao mesmo tempo, bastante enganados. Agradeceu ao garoto e atestou:

 “- É ASSIM QUE OS HOMENS SE COMPORTAM PERANTE A VERDADE. MAL TOCAM NUMA PARTE E JÁ PENSAM QUE É O TODO!”

A seguir, se afastou de seus antigos companheiros, entendendo que eles continuavam sem enxergar...

Portanto a verdade científica, a espírita, a budista, a judaica, a muçulmana, a católica, dentre outras verdades, são complementares, já que nenhuma religião ou filosofia de vida poderá, a seu modo particular, captar completamente o Todo ou Deus. Por isso, não é tão difícil concluir que uma visão mais universalista/ecumênica do mundo, tem a possibilidade de maiores aprendizados.

No entanto, isto não quer dizer que as pessoas devam deixar suas práticas religiosas de lado, nem passar a ter preconceitos com relação àqueles que se dediquem, de forma mais exclusiva, a uma religião de sua preferência.

Ao contrário, um universalista pode ter uma religião específica, mas, o que o diferencia de pessoas ortodoxas, é a flexibilidade de pensamento e a humildade, pois, apesar de preferir uma forma de culto, reconhece que Deus está em todos os lugares e corações humanos.

A Divindade ou Inteligência Universal é infinita e manifesta-se por múltiplas maneiras. O espiritualista universalista verdadeiro entende que, por trás de qualquer forma, há uma Essência.

Mas, qual ou quais as vantagens práticas do Universalismo?

A princípio, pelo menos, há dois grandes benefícios em se manter uma postura universalista perante a vida.

Um deles, que já foi comentado, é a possibilidade de novos aprendizados, já que a falta de preconceito quanto a outras filosofias e religiões, permite o exame isento de outros pontos de vista. E isto é algo extremamente lógico, pois não é nada inteligente desprezar o que outras pessoas conseguiram através de estudos (científicos ou não), meditações e práticas diversas, muitas vezes por inúmeros anos de dedicação.

Por que segregar tradições filosóficas, religiosas ou esotéricas seculares? Será que estas tradições não possuem conhecimentos que nos podem ser úteis no dia-a-dia? Será que não desenvolveram algum tipo de sabedoria? Além disso é importante salientar que, numa determinada tradição, mesmo que hajam conceitos que não se adequem a nossa vida, não é por isso que devemos concluir que o seu conjunto de idéias seja imprestável. É importante usar um “olho clínico” ou uma “visão interna”, para discernir o que é útil de fato (é claro que isso é pessoal). E quanto aos aparentes “erros” ou “distorções”, por que não aprender com as “falhas” dos outros? Simplesmente jogar fora a experiência de nossos semelhantes é um ato de arrogância e inteligência limitada.

O segundo claro benefício de uma postura universalista, é o desenvolvimento de tolerância quanto aos outros pontos de vista.

Obviamente, um espiritualista universalista provavelmente contribuirá para uma convivência mais harmônica, na sociedade humana. No entanto, é relevante voltar a frisar, que praticar o Universalismo de fato, não é algo simples ou trivial. É preciso se despojar de idéias pré-concebidas e dogmas, mantendo constantemente uma mente aberta a novas possibilidades, e, entendendo que, um ponto de vista diferente não necessariamente derrubará a estrutura de compreensão que temos do mundo, mas sim que poderá agregar algum valor novo, complementando o que já sabíamos.
- o Ψ o -

quinta-feira, 23 de junho de 2011

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domingo, 19 de junho de 2011

ATO DE AMOR



Desde algum tempo atrás, vimos passando por um processo cada vez mais acelerado, de grande mudanças, quer social, mental, filosófico, econômico ou religioso.

Talvez, por isso nossa humanidade, pouco e pouco vai  assumindo u'a melhor postura mental, à compreensão de sua origem como criatura (O Ser) e a suprema inteligência que o gerou (Deus).

Muitas são as escolas, correntes de pensamentos filosóficos ou religiosos que se propuseram a esse labor. Contudo, a maioria ainda declina em favor de um religiosismo onde impera o “Eu sei" ou "Eu tenho a Verdade", a respeito de Deus.

Há muito chegou a hora da união em prol de um único pensamento na defesa dos princípios sagrados de todas as religiões, seitas, fraternidades, e organizações afins, respeitando com ênfase, principalmente, o que está por trás de seus simbolismos, até porque, todos, em seus postulados básicos, visam o bem estar do Ser  humano.
       Se fosse possível conceituar o que seja religião, poderia ser dito que a verdadeira interpretação teria que começar considerando Deus, o “AMOR” e a religião como um "Ato de AMOR".

O ser humano, através das eras, quando pensou em religião, corroborou a existência de algo absolutamente divino ou superior a tudo, o Deus único.

O mais insigne mestre de todas as eras Jesus, ratificou essa existência ao ensinar o “Amar  a Deus sobre todas as coisas” e por consequinte para alcançá-lo teria que ser pelo amor.

O divino mestre, contudo, notando a fraqueza humana, lembrou o grande ensinamento, exortando: “Ama a teu próximo como a ti mesmo”, como a grande chave para amar a Deus.

Se fosse possível atribuir a existência de alguma religião à Jesus, esta poderia ser denominada de  “Ato Amor ". Assim por esse pensamento, modernamente , todas as religiões são divinas uma vez que Deus vê todos o seres humanos espalhados por todas as religiões da orbe, cada um na escola que melhor está de acordo com o seu grau evolutivo, conquistado através de toda uma vida universal.

Diante dessa assertiva, não há diversas religiões. Ela é uma só, assim como a matemática é uma só e a ciência é uma só.

E como a matemática é usada por pessoas atrasadas e por pessoas adiantadas, cada uma resolvendo seu problema de acordo com o conhecimento que tem, também, cada ser humano resolve seus pendores espirituais através do canal religioso que professa, de acordo com o conhecimento que vem adquirindo nele, e na grande escola, que é a vida.

Os caminhos para Deus são diversos, mas única é a sua luz a iluminar a compreensão espiritual e o amor que cada um consegue expressar nos diversos setores da vida. É tudo uma questão de uso do livre arbítrio, a escolha do caminho para ser ou não ser. O mais importante é que isso o torne alguém mais útil, tolerante e pacífico, ou seja, modifique sua conduta para melhor.

- o Ψ o –

REFLEXÃO : Tudo poderia ser melhor na vida, se primeiramente, o ser humano diante de uma relação pessoal, decidisse ser  indulgente, principalmente quanto a compreensão que o próximo tenha do seu "DEUS e sua Religiosidade". Isso seria    " ATO  DE  AMOR"
Fr.'. Issha