Universalismo

Universalismo

U N I V E R S A L I S MO CONSCIENCIAL, a Nova Era em Ação

TODOS SOMOS UM
Universalmente,
todos nós, somos UM, cada qual dependente e ligado ao outro por um laço que nos
torna verdadeiros irmãos, simplesmente porque aquilo que tenho e aquilo que
posso produzir ou fazer não é somente para mim, mas para benefícios dos outros,
do próximo.
Por
conseguinte, a sua existência depende de meus esforços e a minha dos seus e
ambos dependemos daquilo que todos os outros fazem.
Assim, compreendemos que sem a existência de outros
torna-se difícil a sobrevivência porque a nossa decantada “ individualidade” ou
“independência” não é real.
Cada um de nós é verdadeiramente o “guardião de seu
irmão”. Imagine quantas mentes, habilidades, profissões e empreendimentos são
necessários para nos suprir das utilidades materiais e facilidades da vida.
Olhe ao seu redor. A
cadeira que senta, o jornal que lê, a luz que está ao seu dispor, a madeira e
os outros materiais que constituem a casa que habita – tudo isso nos é
necessário e nos foi proporcionado pela contribuição dos outros e, a menos que
cada um de nós esteja contribuindo para aquilo que necessitam os OUTROS, nossas
vidas são inúteis e não estamos cumprindo o nosso dever.
Compreendendo a vida
dessa forma eliminamos nosso EU MATERIAL e pensamos somente na parte de nós
mesmo, A QUE PERTENCE A OUTROS.
Vejamos, pois, se
tenho excepcional habilidade para esculpir na madeira, essa habilidade pertence
a outros que dela necessitam. Se tenho talento incomum para projetar
maquinaria, esse talento pertence a outros e não se destina apenas a mim.
Aquilo que constitui
a melhor parte do Homem e aquilo que me faz “alguém” em minha própria
apreciação, é justamente o que não me pertence de modo algum, mas, sim a todos
os outros.
Destarte, chegaremos
a nos considerar, não como personalidades individuais, mas como partes
componentes da massa total da civilização humana; cada membro da mesma depende
dos outros naquilo que é necessário à sobrevivência.
Por isso é
importante esquecer o “EGO” materialista, deixando de pensar tão somente em si
mesmo, apenas como também pertencendo a todos. Então, passará a compreender os
problemas, as necessidades e os desejos de si e dos outros.

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................................ R E F L E X Ã O.....
...............................O P E N S A M E N T O.............
O Homem ou a mulher é o que pensa!
Se
você insiste em pensar no mal, na dor, na doença, você os atrairá para si.
Pense
na saúde, na alegria, na prosperidade e sua vida tomará novo rumo, mesmo diante
do que está passando.
Afirme
sempre que é feliz, que as dores tendem a diminuir e a sua saúde se consolida
cada vez mais, e a felicidade por fim bate a sua porta.
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OBS : NAVEGUE PELOS PORTAIS AO LADO E OBSERVE A
SUBLIMIDADE DE CONHECIMENTO QUE CADA FILOSOFIA OU RELIGIÃO OFERECE AO BUSCADOR
DA VERDADE.




segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

TEOSOFIA


           A palavra Teosofia é de origem grega, "theos" (Deus), e "sophos" (sabedoria), significando literalmente "sabedoria divina", ou "conhecimento divino".
          Teosofia é um corpo de conhecimento que sintetiza FilosofiaReligião e Ciência. Embora essa afirmação não seja reconhecida universalmente, mas apenas por simpatizantes do ocultismo, pois creem que tanto hoje como na antiguidade, a Teosofia se constitui na sabedoria universal e eterna presente nas grandes religiões, filosofias e nas principais ciências da humanidade,[1] e pode ser encontrada na raiz ou origem, em maior ou menor grau, dos diversos sistemas de crenças ao longo da história.
           A teosofia foi apresentada ao mundo moderno por Helena Blavatsky, no final do século XIX, e desde então vem sendo divulgada por teosofistas em diversos países . Com seu caráter interdisciplinar, a teosofia proporciona uma ponte entre as diversas culturas e tradições religiosas. Segundo Blavatsky, “Teosofia é conhecimento divino ou ciência divina.”[2]
Origens do nome
               "[...]"Saber Divino", θεοσοφία (Theosophia) é Sabedoria dos deuses, como θεογονία (Theogonia), genealogia dos deuses. A palavraθεός, em grego significa um deus, um dos seres divinos, e de modo nenhum "Deus", no sentido que atualmente damos a esse termo."[3]
               O nome teosofia aparece no terceiro século da nossa era, cunhado por Amônio Sacas, fundador da Escola Eclética de Alexandria e pai do Neoplatonismo. Seu conceito porém existe há mais tempo. Diógenes Laércio comenta que ele já era conhecido antes daDinastia Ptolomaica do Egito e nomeia como seu formulador um hierofante chamado Pot Amum. Na Idade MédiaJacob Boehme era conhecido como um teosofista, e o termo novamente foi utilizado nos Anais Teosóficos da Sociedade de Philadelphia, publicado em1697, encontrando ainda correspondência na filosofia hindu, onde “teosofia” equivale a Brahma-Vidya, conhecimento divino. A palavra ganhou notoriedade a partir da fundação da Sociedade Teosófica por Helena Petrovna Blavatsky e outros, em 1875.
Conceitos básicos
               A Teosofia, segundo Blavatsky, é "o substrato e a base de todas as religiões e filosofias do mundo, ensinada e praticada por uns poucos eleitos, desde que o homem se converteu em ser pensador. Considerada do ponto de vista prático, é puramente ética divina".[4]
EMBLEMA DA SOCIEDADE TEOSÓFICA
             O Emblema da Sociedade Teosófica, sincretiza diversos conceitos básicos da Teosofia, como os ciclos cósmicos, a eternidade da vida, e a polaridade Espírito-Matéria.
            Para os teosofistas, este corpus de conhecimento, a Sabedoria Divina, com a ética a ele associada, é tão antigo quanto o mundo, e a rigor é o único conhecimento que vale a pena ser adquirido. Sua realidade e importância são relembradas às pessoas periodicamente, sob diversas denominações e formalizações, adequadas ao espírito de cada época, local e povo para quem é apresentado, e é o tronco vivo e eterno de onde brotam as flores do ensinamento original todas as grandes religiões do mundo, do passado e do presente.[5] Segundo um dos inspiradores do movimento teosófico moderno, oMestre K.H., a quem Blavatsky dizia seguir, "a Teosofia não é uma nova candidata à atenção do mundo, mas é apenas uma declaração nova de princípios que têm sido reconhecidos desde a infância da humanidade".[6]
            Considera-se que a Teosofia strictu sensu seja isenta de identificação com quaisquer culturas e sociedades específicas, sendo em vez a fonte original do conhecimento divino que verte em uma determinada cultura através dos símbolos e arquétipos próprios daquele povo. Por exemplo, a sabedoria divina foi transmitida à civilização do Egito antigo através dos símbolos, divindadesmitosalegorias e arquétipos locais, possibilitando a assimilação dos conceitos divinos através desta roupagem. E como no Egito, também nas outras terras, a Grécia antiga, a BabilôniaTibeteAméricaEuropa e em todas as culturas, independente de terem feito contato entre si, demonstrando que a Teosofia é uma sabedoria que se expressa e pode ser conhecida por diversas fontes.
            Quando Blavatsky lançou o movimento teosófico moderno no século XIX valeu-se de uma grande quantidade de elementos da tradição religiosa Hindu, que havia estudado durante sua permanência no Tibete. Assim, sua apresentação compreende uma terminologia muitas vezes baseada no idioma sânscrito, divulgando no ocidente conceitos como Maya (ilusão), Dharma (caminho) e Mahatmas(grandes almas). Outros conceitos fundamentais, conhecidos há milênios no oriente, mas que a Teosofia popularizou no ocidente, são a Reencarnação e o Karma. Mas isso, como já foi exposto, não define a Teosofia como uma filosofia hindu ou oriental, e diversas referências de outras culturas e sistemas, como o TaoísmoBudismoCabalaCristianismoGnose e Hermetismo, remetem a Teosofia à sua essência divina e universal.
            Basicamente a Teosofia prega a fraternidade universal, a origem espiritual das formas e dos seres, e a unidade de toda a vida; aponta uma fonte única e eterna para todo conhecimento, demonstra a identidade essencial entre os grandes mitos das culturas mundiais, traça o perfil da estrutura do cosmo e do homem e descreve os mecanismos, suas leis, suas potencialidades e suas transformações ao longo dos aeons.
            Apesar de recomendar o esforço próprio em busca do crescimento pessoal e uma vigilância incessante contra o auto-engano e a fé cega, ainda assim defende a Revelação, uma vez que declara a existência de mundos e estados de consciência presentemente inacessíveis à pessoa comum. Mas diz que todos seremos capazes de atingí-los um dia, se não nesta vida, numa vindoura. Defende com isso, também a evolução da vida e do Homem, e a existência de Homens Perfeitos, os Mahatmas ou Mestres de Sabedoria. Estes Mestres, uma vez homens imperfeitos como nós, evoluíram para um estágio super-humano, de onde ora velam pela raça humana dando-lhe ensinamento, diretamente ou através dos mensageiros os Profetas e Santos de todas as religiões, e auxílios inúmeráveis como agentes da Providência e da Justiça Divinas, e mesmo aparecendo visivelmente entre os irmãos menos evoluídos, quando os tempos o exigem, para dar-lhes conforto, direção e inspiração, e reacender nos corações um amor mais intenso pelo divino.
            A Teosofia diz que a fonte de todo mal é a ignorância. O conhecimento, segundo prega, é ilimitado, mas se bem que sua totalidade esteja além do alcance de qualquer ser individual, é em vasta medida acessível a todos através de um longo processo de evolução, aprendizado e aperfeiçoamento, que necessariamente exige múltiplas encarnações, e continua até mesmo para regiões e idades onde a encarnação deixa de ser compulsória e a vida progride de beatitude em beatitude. A Teosofia é uma doutrina essencialmente otimista, pois refuta qualquer condenação eterna e não nega o mundo, ainda que declare que este que vemos e tocamos não é o único nem o maior, mais feliz ou mais desejável, e prevê para todos os seres sem exceção um progresso constante e um destino glorioso e absolutamente feliz. Como todas as grandes doutrinas espirituais, a Teosofia exalta o bem, a paz, o amor, o altruísmo, e promove a cessação da pobreza, da ignorância, da opressão, das discórdias e desigualdades.
             Apesar de reconhecer a importância das religiões em estado mais puro como disseminadoras de ensinamentos importantes, não é uma filosofia teísta, se bem que possa ser descrita como panteísta, já que como um dos Mahatmas declara[7] com rigor cartesiano, a existência de Deus como uma entidade distinta do universo dificilmente pode ser provada, mas reconhece níveis diferentes de evolução entre os seres, numa escada graduada que se ergue a alturas insondáveis.
HELENA P. BLAVATSKY
             Entre as exposições modernas da Teosofia mais importantes e originais estão sem dúvida os escritos da própria Helena Blavatsky, que incluem Ísis sem véu (1877), A Doutrina Secreta (1888) e uma infinidade de panfletos, cartas e artigos sobre o tema, traduzindo, divulgando e esclarecendo uma massa de conceitos filosóficos e religiosos e princípios morais orientais, até então mal conhecidos e ainda menos compreendidos pelos povos do ocidente. Além de pintar um vasto painel da religião universal, utilizando especialmente o pensamento do oriente, analisa os dados comparando-os com as tradições do ocidente, lançando luz nova sobre pontos obscuros, desfazendo conceitos errôneos de nossas próprias linhas de pensamento e em outros casos corroborando com definições Hinduístas ou Budistas muitos dos elementos basilares das doutrinas CristãJudaicaIslâmica, Gnóstica e outras de importância para a metade ocidental do globo.
             Blavatsky foi uma escritora prolífica e incandescente, e sua memória para fontes raras e mesmo desconhecidas no ocidente era notoriamente prodigiosa. Contudo, de acordo com a autora, muitas vezes foram usados meios esotéricos para a composição dos textos, não podendo ela reivindicar a verdadeira autoria de grande parte do que havia escrito.[8] De qualquer forma, quando A Doutrina Secreta apareceu, como uma continuação, ampliação e aprofundamento de material já abordado em Ísis sem Véu, foi imediatamente reconhecida como uma obra-prima por inúmeros luminares da Europa, e é a pedra angular da Teosofia moderna. O texto é um debate filosófico monumental, onde a autora cita uma profusão inacreditável de fontes e esgrime com estonteante erudição argumentos históricos, antropológicos, arqueológicos, mitológicos, filosóficos, biológicos, químicos, hermenêuticos, filológicos e muitos outros, contra as superstições insensatas travestidas de dogmas das religiões, demonstrando a raiz comum a todos os credos, e tecendo duros ataques a todo formalismo religioso vazio e a toda fé cega, mas reconhecendo o valor de todas as Igrejas como instituições divinas e caminhos válidos para o aperfeiçoamento pessoal e coletivo, sendo possuidoras de parcelas importantes da Verdade Única. Seguiram-se outros escritos, e dentre eles merece destaqueA Voz do Silêncio (1889), uma pungente e exaltada descrição do íngreme mas glorioso Caminho que leva à santidade, ao mesmo tempo que é um manual prático para aspirantes.
            Outros seguidores imediatos também deram contribuições volumosas, valiosíssimas e originais ao tesouro da Teosofia moderna, entre eles Annie BesantAlfred SinnettHenry OlcottCharles Leadbeater e George Mead, e desde lá a literatura teosófica não cessou de crescer, com a produção mais recente de Radha BurnierGeoffrey FarthingGeoffrey Hodson e uma legião de pensadores modernos.
A Teosofia na prática
            A Teosofia, com o vasto acervo de informações de variada natureza, sua didática cristalina, o idealismo e formosos panoramas, oferece alimento espiritual e instrução prática para toda classe de pessoas, do rude ao educado, do cientista ao devoto. A aquisição metódica e progressiva do conhecimento teosófico, seja individualmente ou através de associações e grupos de estudo ou Lojas Teosóficas, com sua necessária aplicação prática, impele em todos os casos a uma mudança para melhor no estilo de vida. Sua descrição científica, objetiva, mas não menos entusiasta e bela do mundo, e a explicação clara dos mecanismos gerais invisíveis, esclarece o propósito da existência, dissipa muitos terrores religiosos arcaicos, ensina a evitar muitas aflições e sofrimentos supostamente inescapáveis, dá vida nova a formas religiosas tradicionais cujo poder motivador se perdera para o fiel, e ensina o caminho para uma vida material e espiritualmente frutífera em harmonia com tudo o que vive, em obediência às leis eternas que regem e sustentam os mundos manifestos. Também sistematiza técnicas graduadas de auto-aprimoramento físico, moral e espiritual, e desvenda novos horizontes e novas possibilidades para a humanidade a cada novo conceito apreendido e posto em prática, em direção à materialização da Paz na terra a todos os seres.[9]
Influência
             A Teosofia teve um papel fundamental e revolucionário na evolução do pensamento moderno do ocidente. No contexto intelectual e espiritual da época em que apareceu, embora jamais tenha reivindicado para si o status de nova religião, a Teosofia como exposta por Blavatsky representou na prática a proclamação de um novo Evangelho universal, combatendo a forte tendência materialista da ciência em rápido desenvolvimento, e que estava a esvaziar, com os novos conhecimentos que trazia à luz sobre o mundo manifesto, as instituições religiosas que continuavam a pregar suas histórias piedosas mas irracionais, as quais começavam a se tornar um estorvo para o futuro desenvolvimento da raça humana, com perigo de uma perda generalizada da fé. Sua linguagem moderna traduziu e atualizou para o homem de hoje uma série de conceitos importantes da espiritualidade antiga que já estavam obscurecidos e fossilizados pela poeira secular das sucessivas más interpretações, e por isso tornados inaceitáveis à nova mentalidade que surgia e que iniciava a questionar as bases da fé em múltiplos aspectos, a partir da desafiadora massa de evidências e conclusões, dificilmente constestável, produzida pelos cientistas. O conhecimento que expôs e a forma em que o fez operou uma poda radical nas intrincadas e tortuosas excrescências conceituais que faziam definhar a árvore das religiões do ocidente, tornando mais uma vez claro, nítido e atraente o tronco vivo, o que para muitos foi motivo de um reacender da devoção perdida, mas ora em novas bases.
             Com sua abordagem lógica, positiva, ética e científica da natureza, do divino, do homem, da vida, do misticismo e dos fenômenos ocultos, exerceu grande influência em estadistas como Gandhi e artistas como MondrianScriabinYeats e Fernando Pessoa (sem fonte confiável). Além disso, deu subsídios a Igrejas progressistas como a Igreja Católica Liberal, originou um sem-número de escolas, dissidências e derivações mais ou menos inspiradas, e deu um impulso ao renascimento de cultos arcaicos ou à fundação de outros de tom futurista que são encontráveis na cultura ocidental de hoje, como os movimentos Wicca e New Age.
Polêmicas
           A Teosofia recebeu muitas críticas em sua origem, numa polêmica que se estende aos dias de hoje, questionando tanto a doutrina como o caráter controverso de sua principal divulgadora, Helena Blavatsky, e do seu colaborador Charles Leadbeater.[10]
            A doutrina em si é encarada de várias formas depreciativas, considerando em suma que não oferece provas suficientes para suas alegações, que conceitos básicos são interpretados de modo conflitante pelos vários autores, que tem uma psicologia duvidosa e se resume em um amontoado de superstições disseminadas por falsos místicos.[17]
            O que se deve lembrar é que nunca os teosofistas se declararam infalíveis, perfeitos ou imunes a ilusões e más-interpretações derivadas dos limites do entendimento humano. O próprio Mahatma K.H. disse a respeito de Blavatsky que " imperfeita como pode ser nossa agente visível - e frequentemente ela é muito imperfeita e insatisfatória - ela é ainda assim o melhor de que dispomos no momento", mas ao mesmo tempo reiterava suas magníficas capacidades, sem paralelo para o trabalho que havia de ser feito.[18] 
               Além disso todas as grandes filosofias e religiões do mundo foram criticadas com base no mesmo tipo de argumentos, cabendo pois ao pesquisador tecer as suas próprias conclusões e reger o seu comportamento baseado em sua experiência pessoal, na análise imparcial das informações apresentadas e sobretudo no bom senso, um conselho reiteradamente expresso por todos os principais expoentes do movimento teosófico, cujo mote é Não há Religião superior à Verdade.[19]
A Teosofia no Brasil
           A Teosofia foi principalmente difundida no Brasil através do Professor Henrique José de Souza, fundador em 1924 da Sociedade Espiritualista Dhâranâ, posteriormente denominada Sociedade Teosófica Brasileira em homenagem a Helena Blavatsky, e atualmente chamada de Sociedade Brasileira de Eubiose. Atualmente a Sociedade Teosófica internacional também opera no Brasil, sob o nome de Sociedade Teosófica no Brasil.
           No Brasil a Teosofia ganhou novas frentes de estudo ao explorar o conhecimento e a história antiga dos povos nativos brasileiros. O Professor Henrique, recolhendo símbolos e arquétipos antigos formou, no início do século XX, as bases para a Teosofia Brasileira, que é a apresentação dos mesmos arquétipos através da cultura nativa e de civilizações pré-colombianas.




sexta-feira, 23 de novembro de 2012

MENSAGEM DO MESTRE


Só existe  dois dias no ano que nada pode ser feito:

Um se chama “ontem” e o outro se chama “amanhã.”

Portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer

E principalmente viver.

                         Delai Lama

QUATRO MANEIRAS PARA SE ALCANÇAR A VIRTUDE


AS  QUATRO  MANEIRAS  PARA  SE  ALCANÇAR  A  VIRTUDE

Aos aspirantes a instrução mais profunda, Gautama Buda propunha a aplicação conhecida como os “ Quatro Brahma Viharas”, ou os “ Quatro Divinos Preceitos” que são : amabilidade, compaixão, alegria e equanimidade da mente.

A “Equanimidade se manifesta quando cessa qualquer tendência ao ressentimento e à indiferença, e se pode perceber a igualdade de todos os seres.

A “Alegria” se manifesta quando se compartilha o contentamento pelo êxito de outros e a aversão e o aborrecimento desaparecem.

A “Compaixão se manifesta quando a crueldade e a dor já não produzem tristeza.

A “Amabilidade se manifesta quando a má vontade e a hostilidade cessam e o amor próprio e a cobiça já não mascaram como amizade.

O praticante desses preceitos encontram dessa maneira, o meio eficaz de melhor vivencia com o plano espiritual, porque conseguem assim alcançar a compreensão da dualidade da vida e o dom do “ discernimento” neste plano terreno.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

H. SPENCER LEWIS

HARVER   SPENCER   LEWIS
MISSÃO CÓSMICA CUMPRIDA
         O Dr. H. Spencer Lewis nasceu em Frenchtown, New Jersey, Estados Unidos da America no dia 25 de novembro de 1883.
         Recebeu sua primeira instrução na cidade New York, onde viveu muitos anos. Depois viajou bastante por todo o mundo como dirigente da Suprema Grande Loja da AMORC.
          Foi o primeiro Imperator do atual ciclo da Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis. Graças aos seus esforços, as atividades da Ordem foram revitalizadas nos paises em que o trabalho da Ordem havia cessado devido as duas guerras mundiais. Foi sob sua direção dinêmica que os ideiais, os principios e os ensinamentos da filosofia cultural e mística dos rosacruzes foram introduzidos e estabelecidos em outros países onde nunca tinham existido.
          Filosoficamente diz-se que "os pensamentos são coisas".Os pensamentos são certamente o potencial de coisas futuras. Toda a humanidade criou germinando primeiro no pensamento que o procedeu. Nosos pensamentos são então a substancia original do nosso ser. Mais sucintamente," somos o que pensamos".
             Os pensamentos do Dr. Lewis voltavam-se para muitos problemas e desafios da vida. As exigências de seu trabalho fizeram-no abraçar muitos assuntos que via de regra não ocupam a mente dos mortais comuns. É impossível concentrar eficazmente o conhecimento de um intelectual e idealista em algumas palavras ou mesmo em algumas páginas.
             No obstante, os poucos excertos que seguem extraidos dos inúmeros escritos do Dr. Lewis poderão pelo menos dar uma ideia da diversidade de seus pensamentos e conceitos.
            
A  EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO
            O conhecimento, assim como a matéria, evolui sem cessar...É a mudança constante da frequência vibratória da matéria que a move, que a anima e que lhe dá expressão. O mesmo se dá com o Conhecimento. É a evolução do Conhecimento- sua nova aplicação, uma realização nova, bem como sua transformação em novas ideias e novos pensamentos – que o torna útil e ao mesmo tempo revela nossa falta de saber.

UMA PAZ DURADOURA
                Os elementos necessários a uma paz duradoura e verdadeira residem na supressão de tudo aquilo que incita à guerra. Uma distribuição equânime dos recursos e bens deste mundo se faz essencial para esse objetivo...A educação e a ciência muito fizeram para unir as raças e os países do mundo, bem como para proteger suas populações e multiplica-las. Agora devem tornar acessíveis a todos, de modo equânime  as matérias-primas do mundo. Caso contrário, as nações pobres tomarão das nações ricas aquilo que consideram necessário a sua sobrevivência.

ASPECTOS UNIVERSAIS DA RELIGIÃO
            Será que tenho de ser um cristão ortodoxo para louvar os ensinamentos do Cristo Jesus? Será que tenho de ser um oriental, nascido no Oriente, para ter herdado a religião budista, a fim de louvar os elevados princípios do Buda ensinados atualmente nos templos budistas? E será que tenho de ser um sincero convertido e membro da Sociedade dos Amigos para louvar o quakerismo?...Louvo todos esses sistemas pelo bem que encerram. Pois,  quando quero entrar em comunhão com Deus, elevo minha consciência para a Catedral da Alma ( o Sanctum Celestial) ou, no Sanctum Sanctorum, vejo-me reunido a budistas, hindus, muçulmanos, cristãos, quakers e todos os outros que aderem a teorias diferentes ou semelhantes. Deus é o PAI DE CADA UM DE NÓS, E, JUBILOSAMENTE, TODOS JUNTOS, ESFORÇAMO-NOS PARA CUMPRIR Suas leis.
NOVOS CICLOS DE MUDANÇA MUNDIAL
            As gerações anteriores tiveram ampla oportunidade de proceder à eliminação de métodos, ideias, leis e princípios que têm incentivado à criminalidade, à guerra e a muitas outras ações destrutivas. Mas nada foi feito nesse sentido. Cada geração teve de enfrentar essas terríveis condições e se adaptar ao lodaçal de mal e injustiça. Tudo isso deve mudar. No contexto dos ciclos de séculos e das oitavas da historia do mundo, parece que uma revolução vai ser rapidamente desencadeada, mudando a face do mundo e produzindo novas nações, novas hierarquias, novos princípios, novos ideais e uma nova vida. Atravessamos agora um período de grandes mudanças e cabe a cada um de nós adaptar-se a isso.


            Embora datem de muitos anos atrás, estes excertos, extraídos dos discursos e escritos do Dr. H. Spencer Lewis, aplicam-se a nós, hoje em dia, com clareza e reconhecimento eternos. Pois assim é a verdade.
            Como na construção da Grande Pirâmide, o trabalho de base de uma estrutura ou de uma organização é da mais alta importância, visto que é sobre essa base sólida que toda a estrutura é construída e persiste. Hoje, o trabalho de base realizado pelo Dr. H. Spencer Lewis se perpetua no mundo inteiro sob a forma da Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis. Desde a transição do Dr. Lewis a ordem teve um progresso extraordinário e graças ao trabalho da Suprema Grande Loja e das Lojas em todo o mundo, a Luz dos ensinamentos rosacruzes tem se difundido por toda a Terra. Mas é preciso não esquecer que o trabalho e a visão desse ser dedicado e iluminado foi a origem de tudo isso.

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SEICHO NO IE - O QUE É ?


Seicho-No-Ie (生長の家 em japonês) (Lar do Progredir Infinito, numa tradução livre) é uma filosofia/religião de origem japonesa Monoteísta, enfatiza o não sectarismo religioso, as práticas de gratidão à família e a Deus, e o poder da palavra positiva que influência na formação de um destino feliz e o universalismo.

História

Surgiu em 1º de março de 1930 como revista de Cultura Moral 生長の家, cresceu no pós-guerra no Japão, sofreu perseguição militar[1] e foi transformada em religião. Nesta época, a sociedade japonesa viu desmoronar a religião oficial do Estado, baseada na crença na divindade do imperador e uma das bases da ideologia militarista. Nesse vácuo ideológico e espiritual surgiram ou cresceram inúmeras seitas e religiões, entre elas a Perfect Liberty, a Igreja Messiânica Mundial (Johrei) e a Seicho-No-Ie. Esta última contribuiu para a revitalização da religiosidade, incentivando seus adeptos à prática de suas religiões de origem.

A Seicho-No-Ie foi fundada por Masaharu Taniguchi (1893–1985) e se mundializa a partir da II Guerra Mundial. Seu conjunto doutrinário incorpora elementos do cristianismo, do budismo e do xintoísmo - três grandes religiões presentes no Japão, representadas no seu símbolo oficial respectivamente pela estrela verde no centro, pela cruz gamada branca intermediária (Lua) e pelo círculo vermelho externo com suas 32 flechas (Sol).

Argumenta-se que a Seicho-no-Ie, na contramão de suas consortes, estava em sintonia com a ideologia do nacionalismo oficial japonês. A professora Leila Marach Albuquerque afirma que a Seicho-no-Ie foi elaborada à luz da ideologia familista do Império japonês (ALBUQUERQUE, 1999, p. 32). Pela grande população de imigrantes japoneses, as novas religiões chegaram quase que simultaneamente ao Brasil. Em pouco tempo conseguiram grande número de adeptos, não só entre os descendentes de japoneses mas entre toda a população em geral.

A Seicho-No-Ie em particular conseguiu grande número de adeptos. Entre os instrumentos de disseminação de sua crença, a revista Acendedor e o Preceitos Diários (calendário com mensagens) se tornaram bastante populares nas grandes cidades brasileiras, principalmente nas décadas de 60 e 70 do século XX.

Atualmente (2006), a Seicho-No-Ie conta com divulgação por meio de publicações como as revistas Fonte de Luz, Pomba Branca, Mundo Ideal e Querubim, além do jornal Círculo de Harmonia, programas de TV, rádio e website.

Sua origem cerimonial está ligada, principalmente, ao Xintoísmo, sendo também seus rituais o batismo, casamento e culto aos antepassados, do qual é talvez o melhor representante fora do Japão. Vale ressaltar que na Seicho-No-Ie há muita liberdade de adaptação de cerimonias ligadas à cultura local. Diferentemente de muitas religiões tradicionais, onde a conduta dos adeptos é condicionada pelo medo, Nakajima (apud TANIGUCHI (2005) p. 7) explica que A Seicho-no-iê rejeita o "tem de ser assim", isto é considera que nada deve ser forçado e ensina a viver naturalmente a vida como ela é. Ensinamentos como "O ser humano é filho de Deus", "O mundo fenomênico é projeção da mente" e "Grande harmonia" são interpretados de várias maneiras, em conformidade com pessoa, tempo e lugar.[2]

A partir da década de 90 a Seicho-No-Ie lança oficialmente uma nova bandeira, o "Movimento Internacional de Paz pela Fé" (Internacional Peace by Faith) que tem como objetivo, através da fé em Deus único e universal, despertar a paz em cada pessoa e, assim, concretizá-la no mundo.

O conjunto doutrinário da Seicho-no-Ie reúne tradições xintoístas, cristãs, budistas, dentre outras. Predomina, a exemplo da outras Novas Religiões Japonesas, elementos da religiosidade nipônica, que valoriza todas as formas de vida, preza pelo respeito ao próximo, gratidão aos pais e cultua os ancestrais.

Missão da Tocha Sagrada

Masaharu Taniguchi, fundador do movimento da Seicho-No-Ie, foi presidente da igreja até o ano de seu falecimento, em 1985. O sucessor foi Seicho Taniguchi (nascido como Seicho Arashi), genro de Masaharu, para o qual foi delegada a Missão da Tocha Sagrada. Seicho permaneceu até 2008, ano que veio a falecer. Desde então, seu filho Masanobu Taniguchi é o presidente atual da Seicho-No-Ie.

Principais Ensinamentos da Seicho-No-Ie

A Verdade essencial da Seicho-No-Ie é: "O Homem é Filho de Deus" e, sendo assim, é herdeiro de todas as dádivas dele. Basta apenas que se conscientize disso para manifestar no mundo fenomênico (mundo material) a sua perfeição.

Para isso, há várias práticas adotadas pelos praticantes da Seicho-No-Ie, sendo as mais importantes:

  • Prática da Meditação Shinsokan (que, numa tradução livre, significa "ver e contemplar Deus").
  • Leitura de Sutras Sagradas e palavras da Verdade;
  • Prática de atos de amor e caridade;

A Seicho-No-Ie também estuda as "leis mentais", das quais se destaca a lei "Os semelhantes se atraem" (Lei da Atração).

Normas Fundamentais dos Praticantes da Seicho-No-Ie:

  • 1ª) Agradecer a todas as coisas do Universo;
  • 2ª) Conservar sempre o sentimento natural;
  • 3ª) Manifestar o amor em todos os atos;
  • 4ª) Ser atencioso para com todas as pessoas, coisas e fatos;
  • 5ª) Ver sempre a parte positiva das pessoas, coisas e fatos, e nunca as suas partes negativas;
  • 6ª) Anular totalmente o ego;
  • 7ª) Fazer da vida humana uma vida divina e avançar crendo sempre na vitória infalível;
  • 8ª) Iluminar a mente, praticando a Meditação Shinsokan todos os dias sem falta.

Doutrina

A Doutrina da Seicho-no-iê é alicerçada nas escrituras de Masaharu Taniguchi, sendo as mais importantes entre os adeptos, a "Sutra Sagrada Chuva de Néctar da Verdade" (Seikyo Kanro-no-Hou) e a Coleção "A Verdade da Vida" (Seimei no Jissô), composta por 40 volumes, que sintetiza as pregações de Taniguchi. Estas obras são publicadas no Japão pela Nippon Kyobunsha Co. Ltd. e, no Brasil, pela Seicho-no-ie do Brasil.

  • Verdade Vertical: Só Deus e o que Ele cria existem verdadeiramente, ou seja, não tem início nem fim, é eterno, infinito (Ele é o Bem, o Criador, a Verdade, Jissô (Imagem Verdadeira), etc.). Como o homem (na sua essência espiritual) também é criação de Deus, ele possui a mesma natureza infinita de Deus. Daí vem a principal convicção do adepto da Seicho-No-Ie: "O Homem é Filho de Deus".
  • Verdade Horizontal: O mundo fenomênico é projeção da mente humana; o mal não existe, ou seja, tem início e fim, é efêmero, não é eterno, é finito (ele é apenas criação da mente humana). Da mesma forma, a doença, a morte, o envelhecimento e os pecados também não existem porque são derivações desse mesmo mal (ilusões da mente humana); Todas as coisas perceptíveis aos cinco sentidos e também ao sexto sentido não são existências reais porque não têm a mesma natureza perfeita de Deus. Elas são, portanto, projeções da mente humana (ilusão) que constitui a causa dos sofrimentos humanos.[3]
  • Jissô: A realidade absoluta, transcendental, o ser verdadeiro, absoluto, eterno e perfeito, constituído de Idéia de Deus; a Essência do ser.

sábado, 25 de agosto de 2012

COMO FUNCIONA O AUXILIO ESPIRITUAL

Os Universalistas dispõem-se a realizar um trabalho de cura com espírito humanístico e como reforma necessária a se processar no mundo. Acreditam que há uma energia essencial de vida no corpo humano, devidamente ratificado pela Ciência.
Compreendem o princípio bíblico de que
“Deus formou o homem com o pó da terra, e ao insuflar em suas narinas o alento da vida, tornou seu espírito uma alma vivente”
Por isso consideram o corpo humano como uma composição dos elementos primários do planeta ( terra, fogo, ár e água) e o fluido vital conhecido como “sopro de vida”, uma espécie de energia não material, etérea, psíquica e divina.
Os Universalistas, portanto, argumentam que tudo que se tornar indesejável no funcionamento normal do corpo humano não deve ser investigado apenas do ponto de vista físico mas, também com o que estiver relacionada com o chamado “sopro de vida”, “força essencial de vida” ou simplesmente fluido vital..
          Os pensadores antigos supunham que se o homem comesse e bebesse adequadamente ele teria um corpo físico capaz de satisfazer a todas as exigências das leis físicas, esquecendo, contudo do alimento para sua parte divina.
A doença e a saúde precária não começam no corpo físico, a menos que o individuo negligencie o modo de se alimentar, introduzindo deliberadamente em seu organismo elementos materiais venenosos ou inarmônicos.
A mais importante e freqüente causa de saúde precária e doença, no entanto, é o esquecimento ou abuso das forças essenciais e espirituais, ou “forças vitais” no corpo, que representam a outra parte do homem, a parte intangível, etérea, que é tão pouco compreendida.
Qual, porém, o poder ou a energia que de tal modo vitaliza todo o corpo e que é mais importante do que a parte material do corpo do homem? É a energia “vibratória”, conhecida por Fluido Vital e vários outros nomes.
O corpo do homem possui o mais completo sistema de proteção contra doenças formadas pelos glóbulos brancos, e é a força ou fluído vital, introduzida pela respiração, que cria entre outros fatores, esses glóbulos brancos e mantém sua integridade. Esta tarefa realizada pelos glóbulos brancos recebe da inteligência Cósmica u’a missão especial não possuída por outras células do corpo.
É esta energia vibratória, uma espécie de corrente elétrica, como comparação, que corresponde ao  “fluído vital”, ou “sopro de vida” e que pode ser aumentada e fortalecida pela vontade do homem ao respirar adequadamente.
Assim agindo ele eleva a freqüência vibratória de todo o corpo. Isto significa instilar no corpo humano uma intensidade adicional da energia cósmica e vibratória, para que todas as células se tornem unidades funcionais, de maneira normal e harmoniosa, no controle da criação de sua auto defesa.
Essa energia vibratória que os Universalistas aprendem pelo poder da vontade, a dirigir para um enfermo por meio de tratamento à distância, como auxílio espiritual, é a mudança de freqüência dessa energia que atua em todo o corpo físico, preenchendo assim a contraparte psíquica ou espiritual do homem. E isso é feito diariamente pelos membros e componentes do seu ‘CÍRCULO UNIVERSAL DE ORAÇÕES”.
É grande o número de pessoas universalistas ou não, que mandam e-mails, diariamente, deixando seus nomes para receberem este tipo de auxílio. Este modo de ajuda à distância foi recentemente, estudado por diversos cientistas,  que comprovaram a eficácia do método e publicaram os resultados em renomada revista cientifica.
Este método é usado tanto para problemas físicos do corpo como para outros tipos de necessidade.
Irm:. De Lu:.